Saúde de Dilma Rousseff e o Plano "B"
Saúde de Dilma Rousseff obriga o PT palaciano a trabalhar com "Plano B"
20.09.2010 - 2:58am | Seção: Política
Sinal vermelho -
A saúde da presidenciável petista Dilma Rousseff voltou a ser tema de
discussões em circuitos reservados da capital paulista, especialmente
no meio médico. Na edição de 19 de julho, o ucho.info publicou matéria
em que revelou a preocupação de alguns médicos em relação à saúde da
candidata do PT ao Palácio do Planalto. Dias antes, em um conhecido
hospital da cidade de São Paulo, o editor do site ouviu de um médico a
seguinte pergunta: "Quer dizer então que o nosso próximo presidente
será o Michel Temer?" E sem titubear diante da própria afirmação, o
tal médico citou como fonte o nome de dois profissionais que
participaram da equipe que atendeu Dilma Rousseff durante o tratamento
contra um câncer linfático.
Quem acompanha com atenção o enfadonho horário eleitoral gratuito já
percebeu que algo estranho ocorre com Dilma Rousseff. Contrariando as
afirmações da própria candidata, que durante o debate Folha/UOL,
realizado em 18 de agosto, disse estar curada e que cumpriu todos os
protocolos do tratamento, as imagens da presidenciável mostram
exatamente o contrário. Dilma Rousseff está inchada, o que na opinião
de médicos consultados pelo ucho.info pode ser consequência do uso de
medicamentos a base de cortisona, comum em pacientes que passaram por
processos quimioterápicos por conta de linfoma. É sabido que nenhuma
mulher gosta de saber que está acima das medidas, mas Dilma está com o
rosto, os pulsos e o abdômen visivelmente inchados.
Ademais, dois detalhes devem ser considerados nessa história que foi
mal contada aos brasileiros. Normalmente, de acordo com os registros
da história, todo candidato perde peso durante uma campanha eleitoral,
o que não tem acontecido com Dilma Rousseff. No contraponto, situações
de estresse excessivo não são recomendáveis para pessoas que se
submeteram a recente tratamento contra o câncer, pois a possibilidade
de recidiva aumenta assustadoramente.
Alguém certamente surgirá para afirmar que se trata de uma conspiração
dos jornalistas deste site, mas a abordagem do tema serve para
explicar o repentino ingresso de Luiz Inácio da Silva na campanha de
companheiros e aliados que concorrem ao Senado Federal e à Câmara dos
Deputados, em todo o Brasil.
Considerando que uma campanha presidencial vitoriosa custa muito
dinheiro (perto de US$ 300 milhões) e exige dedicação extremada, o PT
também trabalha com a possibilidade de Dilma Rousseff não suportar
fisicamente a empreitada pós-eleição e já se prepara para a hipótese
de o peemedebista Michel Temer assumir o poder, estratégia que
batizamos de "Plano B".
Para não ficar refém dos velhos e conhecidos caciques do PMDB (José
Sarney, Renan Calheiros, Jader Barbalho, Romero Jucá, entre outros),
Lula e seus mais próximos companheiros trabalham para, a partir de
2011, dominar as duas Casas legislativas que compõem o Congresso
Nacional. Desta forma, os petistas teriam nas mãos o presidente de um
eventual governo do PMDB, pois nenhuma matéria seria aprovada no
Senado e na Câmara sem passar pelo crivo do PT, no caso de o PMDB não
cumprir o combinado.
--
Beijos da Rose



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